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“O gabinete dos beijos perdidos”, da Caxinguelê, celebra os gestos de afeto e a importância da presença

  • 1 de ago. de 2025
  • 3 min de leitura

O gabinete dos beijos perdidos transforma a pressa da vida adulta e a carência afetiva infantil em uma fábula urbana sensível e poética.



Ana vê o pai sair sempre apressado e, em uma manhã, o beijo de despedida se perde no caminho. A partir daí, a narrativa acompanha uma busca que é também uma reconexão afetiva. Ao procurar o beijo perdido, o pai percebe que também perdeu o sorriso e o tempo de estar com a filha.


Fernando de Vedia, autor com longa trajetória na literatura infantil, constrói uma história de grande impacto emocional sem abrir mão da leveza. Gina García cria uma visualidade delicada e expressiva, capaz de sustentar a dimensão poética da cidade e dos afetos em circulação.


É um livro especialmente forte para discussões sobre vínculo familiar, rotina, trabalho e presença. O livro dialoga com buscas por livro infantil sobre afeto, pai e filha, literatura infantil sensível e livro ilustrado sobre sentimentos.


Sinopse

Uma comovente história sobre a busca de um pai pelo beijo perdido de sua filha. Onde será que ele foi parar? Beijos de namorados, de casamento e até de despedida. Quem diria que, num prédio cinzento, estaria todo tipo de beijoca dos quatro cantos do mundo? É o 'Gabinete dos Beijos Perdidos'. E é para lá que o pai dessa história vai quando perde o beijo de sua filha. Uma narrativa que celebra o afeto e relembra o valor da presença.


Ficha técnica e posicionamento editorial

Título

O gabinete dos beijos perdidos Acesse a página do produto

Texto

Fernando de Vedia

Ilustrações

Gina García

Tradução

Alexandre Boide

Páginas

40

Formato

14 x 20 cm

Acabamento

Brochura

ISBN

978-65-83396-04-4

Faixa etária

A partir de 6 anos

Gêneros

conto ilustrado • narrativa de aventura

Temas

paternidade • relações familiares • vínculos afetivos

Audiolivro

Sim Escute aqui

Letra bastão

Sim


Sobre o autor Fernando de Vedia

Escritor argentino, nascido em Buenos Aires, em 1961. Começou a escrever ainda criança e, ao longo da carreira, publicou dezenas de livros para crianças e jovens. Formado em publicidade, dedicou-se integralmente à literatura, desenvolvendo uma obra marcada pelo humor, pela imaginação e pelo diálogo constante com o universo infantil.


Sobre a ilustradora Gina García

Ilustradora argentina vinculada ao livro ilustrado e à mediação de leitura. Em depoimentos autobiográficos, relata que desenha desde a infância e que transformou essa prática em profissão ao estudar artes. Atua na criação de imagens para livros infantis, com trabalho voltado ao diálogo entre narrativa, arte e formação leitora.


Sobre o tradutor Alexandre Boide

Tradutor, editor e preparador editorial brasileiro. Nasceu em São Paulo, em 1979, e atua no mercado do livro desde 2003. Trabalhou como editor e, posteriormente, consolidou carreira como tradutor, preparador e parecerista editorial, com experiência em ficção, quadrinhos e literatura infantil e juvenil. Também é autor de ficção e já teve obra finalista do Prêmio Sesc de Literatura.


Sobre a Editora Caxinguelê

A Editora Caxinguelê nasceu em 2025, em parceria com a editora argentina AZ, com um catálogo voltado à literatura infantil e infantojuvenil. A editora entende o livro como semente de pensamento e transformação, reunindo obras que estimulam vínculos, imaginação, sensibilidade estética e formação de leitores.


Sobre a AZ Editora

Fundada em Buenos Aires, em 1976, a AZ Editora publica livros infantis, infantojuvenis, educativos e de interesse geral. Com presença internacional e obras traduzidas para diversos idiomas, a casa editorial é reconhecida pela atenção ao texto, à ilustração e ao acabamento, além de reunir autores premiados e novos talentos.

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